Uma coisa é amar por necessidade e outra é amar por valor
Uma das características da infância é a incapacidade de dividir coisas. Uma criança não pode dividir porque não se possui, porque ainda não sabe o que ela é. Você começa a identificar a maturidade a partir do momento em que uma criança consegue perceber as regras de um joguinho.
A maturidade faz parte de um processo. Em um processo não podemos queimar etapas. Ele é lento, chato e demorado.
Uma criança passa por um momento de amadurecimento a partir do momento em que começa a brincar. A maturidade acontece quando tomamos posse do que nós somos, para aí então podermos nos dividir com os outros. Isso faz parte desse processo de amadurecimento.
Não nascemos amando, pelo contrário, queremos ter a posse dos outros. Essa é a forma de amar da criança, pois ela não consegue pensar de maneira diferente. Ela não consegue entender que o outro não é ela. Quantas pessoas, já adultas, ainda pensam assim, trata-se da incapacidade de amar devido à falta de maturidade.
Quem é adulto já entende que só se começa a amar a partir do momento em que eu não quero mudar quem eu amo.
Geralmente quando tememos alguém ruim ao nosso lado é porque nos reconhecemos naquela pessoa.
Amar significa amar o outro como ele é. Por isso quando falamos em amar os outros podemos perceber o quanto deixamos de ser crianças. Devemos nos questionar a todo o momento com relação à nossa maturidade.
Pessoas imaturas sofrem dobrado. Pessoas imaturas querem modificar os fatos; ao passo que pessoas maduras deixam que os fatos as modifiquem. A maturidade nos faz perceber que não podemos mudar os fatos. Um imaturo ganha um limão e o chupa fazendo careta. O maduro faz uma limonada com o limão que ganhou.
Muitas vezes, os nossos relacionamentos de amizade são uns fracassos porque somos imaturos. Amigos não são o que imaginamos, mas o que eles são e com todos os defeitos. Amizade é processo de maturidade que nos leva ao verdadeiro encontro com as pessoas que estão ao nosso lado. Elas têm todos os defeitos, mas fazem parte da nossa vida e não as trocamos por nada deste mundo.
Se você não consegue lidar com os limites dos outros, é porque você não consegue lidar com os seus limites. A rejeição é um processo de ver-se.
Toda vez que eu quero buscar no outro o que me falta, eu o torno um objeto. Eu posso até admirar no outro o que eu não tenho em mim, mas eu não tenho o direito de fazer dele uma representação daquilo que me falta. Isso não é amor, isso é coisa de criança!
O anonimato é um perigo para nós. É sempre bom que estejamos com pessoas que saibam quem somos nós e que decisões nós tomamos na vida. É sempre bom estarmos em um lugar que nos proteja.
Amar alguém é viver o exercício constante de não querer fazer do outro o que nós gostaríamos que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é, acima de tudo, a experiência do respeito.
Como está a nossa capacidade de amar? Uma coisa é amar por necessidade e outra é amar por valor. Amar por necessidade é querer sempre que o outro seja o que você quer. Amar por valor é amar o outro como ele é quando ele não tem mais nada a oferecer, quando ele é um inútil e, por isso, você o ama tanto. Na hora em que forem embora as suas utilidades você saberá o quanto é amado.
Tudo vai ser perdido, só espero que você não se perca. Enquanto você não se perder de si mesmo você será amado, pois o que você é significa muito mais do que você faz.
O convite da vida cristã é este: que você possa ser mais do que você faz!
Padre Fábio de Melo
CONVERSANDO COM A VIDA ....
A grande prisão é a ignorância existencial; É eu não saber quem eu sou, nem de onde venho, nem para onde vou...
sábado, 30 de julho de 2011
A AMIZADE AMADURECIDA
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
quarta-feira, 27 de julho de 2011
DUAS VEZES PAIS .... Em comemoração ao dia dos avós, especialista fala sobre o papel deles na educação dos netos
Os tempos mudaram. Antes, avós eram patriarcas da família, donos da verdade e da razão, mas ficavam na retaguarda, observando. Hoje, com o aumento da qualidade e da expectativa de vida e o advento das novas tecnologias e conceitos, eles cumprem um papel mais ativo. Pais e avós precisam definir bem suas funções na educação dos filhos e netos para não confundirem as autoridades e participarem da melhor forma possível na educação deles. E para comemorar o dia dos avós, 26 de julho, conversamos com um verdadeiro especialista no assunto.
O papel dos avós mudou no mundo contemporâneo, é o que acredita Leonardo Posternak, pediatra e escritor, vencedor do prêmio Jabuti, e um dos autores do “Livro dos Avós: na casa dos avós é sempre domingo?”, juntamente com Lidia Arantangy. Para ele “os avós atuais já foram pais há muito tempo. Pais dos pais do neto. O que é importante é que o diálogo com os filhos não deve mais ser de pai para filho, mas de pai para pai quando o neto nasce. Os avós atuais precisam aprender a respeitar os modelos de criação. A sociedade mudou desde a época em que eles foram pais para a que os filhos foram pais. O papel se remete à estar perto dos filhos, conversar com eles”.
Em uma frase, Leonardo e Lidia resumem a nova posição que avôs e avós assumiram na sociedade atual: “A velhice não é apenas um evento cronológico é, sobretudo, social”. “Nessa frase, o que está resumido é que, há 200 anos uma pessoa com 45 de idade era velha, já que a sobrevida era mais curta. Hoje, aos 70, eles ainda trabalham, vão à academia, saem à noite. A sociedade vê a pessoa idosa e como ela se vê. Podem ter velhos de 30 anos e jovens de 70. Tudo depende da posição em que ela se coloca no mundo”, explica ele.
Mas será que mudou tanto assim o papel dos patriarcas na família? “Na época de meus avós, há 60 anos, as famílias funcionavam com a chefia do pai, eles eram chefes. Avós ficavam na retaguarda, mas muito mais perto dos filhos e netos. A educação das crianças é um papel que corresponde aos pais. Eles devem assumir esse cargo. Os avós têm que entender que podem conversar com os filhos, mas a palavra final é dos pais. Isso se atrela a um conceito muito comum da sociedade, que diz que os avôs estragam os netos. Mas os avós não podem educar. O que se observa ainda é que casais jovens têm que aceitar essa intromissão dentro do lar, determinando o que está certo e o que está errado, qual escola o neto deve estudar. Porém, isso é muito ruim”, diz Leonardo.
Muitos avós de hoje podem achar que os modelos atuais de educação são errados, entretanto, eles são apenas diferentes. Segundo o especialista, “temos tendência de pensar que nossa época era melhor, mas eram simplesmente são diferentes. Não se pode manter a antiga cisão entre velho e novo. Gosto de citar um dito chinês que diz: ‘Cabe aos avós mostrar onde existem das montanhas, mas cabe aos pais levá-los ao pico’. O que queremos mostrar é que eles mostram aos netos da onde eles vêm, mas pra onde vão, depende dos pais. Passado e futuro se fundem no presente”.
O papel dos avós mudou no mundo contemporâneo, é o que acredita Leonardo Posternak, pediatra e escritor, vencedor do prêmio Jabuti, e um dos autores do “Livro dos Avós: na casa dos avós é sempre domingo?”, juntamente com Lidia Arantangy. Para ele “os avós atuais já foram pais há muito tempo. Pais dos pais do neto. O que é importante é que o diálogo com os filhos não deve mais ser de pai para filho, mas de pai para pai quando o neto nasce. Os avós atuais precisam aprender a respeitar os modelos de criação. A sociedade mudou desde a época em que eles foram pais para a que os filhos foram pais. O papel se remete à estar perto dos filhos, conversar com eles”.
Em uma frase, Leonardo e Lidia resumem a nova posição que avôs e avós assumiram na sociedade atual: “A velhice não é apenas um evento cronológico é, sobretudo, social”. “Nessa frase, o que está resumido é que, há 200 anos uma pessoa com 45 de idade era velha, já que a sobrevida era mais curta. Hoje, aos 70, eles ainda trabalham, vão à academia, saem à noite. A sociedade vê a pessoa idosa e como ela se vê. Podem ter velhos de 30 anos e jovens de 70. Tudo depende da posição em que ela se coloca no mundo”, explica ele.
Mas será que mudou tanto assim o papel dos patriarcas na família? “Na época de meus avós, há 60 anos, as famílias funcionavam com a chefia do pai, eles eram chefes. Avós ficavam na retaguarda, mas muito mais perto dos filhos e netos. A educação das crianças é um papel que corresponde aos pais. Eles devem assumir esse cargo. Os avós têm que entender que podem conversar com os filhos, mas a palavra final é dos pais. Isso se atrela a um conceito muito comum da sociedade, que diz que os avôs estragam os netos. Mas os avós não podem educar. O que se observa ainda é que casais jovens têm que aceitar essa intromissão dentro do lar, determinando o que está certo e o que está errado, qual escola o neto deve estudar. Porém, isso é muito ruim”, diz Leonardo.
Muitos avós de hoje podem achar que os modelos atuais de educação são errados, entretanto, eles são apenas diferentes. Segundo o especialista, “temos tendência de pensar que nossa época era melhor, mas eram simplesmente são diferentes. Não se pode manter a antiga cisão entre velho e novo. Gosto de citar um dito chinês que diz: ‘Cabe aos avós mostrar onde existem das montanhas, mas cabe aos pais levá-los ao pico’. O que queremos mostrar é que eles mostram aos netos da onde eles vêm, mas pra onde vão, depende dos pais. Passado e futuro se fundem no presente”.
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
sábado, 23 de julho de 2011
QUEM AMA PERDOA ?
A traição nunca esteve tanto na boca do povo e na ponta da pena dos jornalistas como em 2011. O fim do casamento aparentemente estável e feliz do ator austríaco Arnold Schwarzenegger, após ele confessar à esposa ter um filho fruto de uma relação extraconjugal, chocou o mundo. Mais recentemente, a abnegação de Anne Sinclair, esposa do ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, que permaneceu ao lado do marido mesmo durante as acusações de ele ter estuprado uma camareira de um hotel onde estava hospedado, também impressionou. Esses dois casos tão distintos nos fazem perguntar: quem ama perdoa ou não?
Será que traição é, de fato, a melhor palavra para definir o affair do parceiro? Para a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, não. “‘Traição’ é uma palavra que implica uma coisa muito negativa. É sério trair alguém. Nós estamos constantemente sujeitos a estímulos que nem sempre vêm do parceiro fixo. Pode-se ter uma relação estável, amar a pessoa, ter vida sexual boa e ter relações extraconjugais. Outros profissionais podem dizer que essas relações decorrem de algum problema com o casamento, um ressentimento. Acho que, na maioria dos casos, as pessoas têm relações extraconjugais porque variar é bom. Ninguém aguenta comer a mesma coisa todo dia. Está na hora de começarmos a refletir sobre isso porque essa crença equivocada de que quem ama não transa com mais ninguém causa muito sofrimento”, diz acreditar.
A ideia de que amar é desejar sempre a mesma pessoa pelo resto da vida nem sempre foi difundida. “A propaganda do amor romântico começou no século XII e começou a fazer parte do casamento na década de 1940. Ela prega que os dois amantes só têm olhos um para o outro, que é a alma gêmea, que nada vai faltar, que as necessidades serão atendidas, na fusão entre os amantes. Mentiras. Hoje, as pessoas acreditam nesse tipo de amor e acham que esse é o amor de verdade. Amor é construção social e cada época é de um jeito. O mais importante é que o amor romântico, a idealização do outro, está dando sinais de estar saindo de cena, o que é ótimo porque as pessoas vão viver muito mais felizes”, diz Regina.
Os tempos mudam e, com eles, as antigas crenças dão lugar a novos padrões. “Estamos vivendo um momento que se caracteriza pela busca da individualidade, onde cada um quer desenvolver seu potencial. A grande viagem do ser humano é pra dentro de si mesmo. O amor romântico está deixando de ser sedutor, pois propõe o oposto do que as pessoas estão buscando hoje. A mudança de mentalidade é lenta, mas já há sinais disso. Daqui a um tempo, a maioria das pessoas não vai querer se fechar numa relação a dois. Vai preferir ter relacionamentos múltiplos ou poliamor. Nas décadas de 1950 e 1960, o divórcio era uma tragédia. Ser virgem era pré-requisito para casar. A época muda, a mentalidade das pessoas sobre o certo e o errado também”, prevê Regina.
A especialista ainda diz acreditar que a fidelidade é superestimada pela sociedade. “Fidelidade é obsessão na cabeça das pessoas. Ninguém deveria se preocupar com isso, é bobagem. Para ficar bem na relação, é preciso fazer para si mesma apenas duas perguntas: ‘Me sinto amada?’, ‘Me sinto desejada?’. Bastam essas duas perguntas. Se a resposta for ‘sim’, está tudo ótimo. O que o outro faz quando não está comigo não me diz respeito, não é da minha conta. Se as pessoas entendessem isso, o sofrimento seria muito menor. A cultura diz que quem ama não transa com mais ninguém. Mas não tem nada a ver. Até pode ter a ver com a paixãozinha de estar conhecendo alguém novo, mas é passageiro. Somos regidos pelo mito do amor romântico”, defende.
Se o amor pelo outro existe por fatores alheios à sua vida sexual, a psicanalista afirma que não existe justificativa para a necessidade de se “perdoar” uma traição. Para Regina, “desde que nascemos somos ensinados de uma porção de valores e a maioria deles deve ir pro lixo. Você gosta de uma pessoa por motivos que estão alheios a ela desejar outro ou não. Em um relacionamento muito longo, por exemplo, as mulheres tendem a perder o tesão pelo marido antes deles perderem por elas. Ele vira amigo, vira irmão. O maior problema na falta de tesão no casamento é justamente a exigência de exclusividade, o maior vilão. Se o casamento é segurança, a insegurança pode ser boa para a conquista. Exigência de exclusividade afeta várias áreas da relação amorosa. Está mais do que na hora de as pessoas refletirem sobre isso. O amor não deve ter nada a ver com a vida sexual do parceiro. Ama-se por outros motivos que estão alheios a isso”.
Será que traição é, de fato, a melhor palavra para definir o affair do parceiro? Para a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, não. “‘Traição’ é uma palavra que implica uma coisa muito negativa. É sério trair alguém. Nós estamos constantemente sujeitos a estímulos que nem sempre vêm do parceiro fixo. Pode-se ter uma relação estável, amar a pessoa, ter vida sexual boa e ter relações extraconjugais. Outros profissionais podem dizer que essas relações decorrem de algum problema com o casamento, um ressentimento. Acho que, na maioria dos casos, as pessoas têm relações extraconjugais porque variar é bom. Ninguém aguenta comer a mesma coisa todo dia. Está na hora de começarmos a refletir sobre isso porque essa crença equivocada de que quem ama não transa com mais ninguém causa muito sofrimento”, diz acreditar.
A ideia de que amar é desejar sempre a mesma pessoa pelo resto da vida nem sempre foi difundida. “A propaganda do amor romântico começou no século XII e começou a fazer parte do casamento na década de 1940. Ela prega que os dois amantes só têm olhos um para o outro, que é a alma gêmea, que nada vai faltar, que as necessidades serão atendidas, na fusão entre os amantes. Mentiras. Hoje, as pessoas acreditam nesse tipo de amor e acham que esse é o amor de verdade. Amor é construção social e cada época é de um jeito. O mais importante é que o amor romântico, a idealização do outro, está dando sinais de estar saindo de cena, o que é ótimo porque as pessoas vão viver muito mais felizes”, diz Regina.
Os tempos mudam e, com eles, as antigas crenças dão lugar a novos padrões. “Estamos vivendo um momento que se caracteriza pela busca da individualidade, onde cada um quer desenvolver seu potencial. A grande viagem do ser humano é pra dentro de si mesmo. O amor romântico está deixando de ser sedutor, pois propõe o oposto do que as pessoas estão buscando hoje. A mudança de mentalidade é lenta, mas já há sinais disso. Daqui a um tempo, a maioria das pessoas não vai querer se fechar numa relação a dois. Vai preferir ter relacionamentos múltiplos ou poliamor. Nas décadas de 1950 e 1960, o divórcio era uma tragédia. Ser virgem era pré-requisito para casar. A época muda, a mentalidade das pessoas sobre o certo e o errado também”, prevê Regina.
A especialista ainda diz acreditar que a fidelidade é superestimada pela sociedade. “Fidelidade é obsessão na cabeça das pessoas. Ninguém deveria se preocupar com isso, é bobagem. Para ficar bem na relação, é preciso fazer para si mesma apenas duas perguntas: ‘Me sinto amada?’, ‘Me sinto desejada?’. Bastam essas duas perguntas. Se a resposta for ‘sim’, está tudo ótimo. O que o outro faz quando não está comigo não me diz respeito, não é da minha conta. Se as pessoas entendessem isso, o sofrimento seria muito menor. A cultura diz que quem ama não transa com mais ninguém. Mas não tem nada a ver. Até pode ter a ver com a paixãozinha de estar conhecendo alguém novo, mas é passageiro. Somos regidos pelo mito do amor romântico”, defende.
Se o amor pelo outro existe por fatores alheios à sua vida sexual, a psicanalista afirma que não existe justificativa para a necessidade de se “perdoar” uma traição. Para Regina, “desde que nascemos somos ensinados de uma porção de valores e a maioria deles deve ir pro lixo. Você gosta de uma pessoa por motivos que estão alheios a ela desejar outro ou não. Em um relacionamento muito longo, por exemplo, as mulheres tendem a perder o tesão pelo marido antes deles perderem por elas. Ele vira amigo, vira irmão. O maior problema na falta de tesão no casamento é justamente a exigência de exclusividade, o maior vilão. Se o casamento é segurança, a insegurança pode ser boa para a conquista. Exigência de exclusividade afeta várias áreas da relação amorosa. Está mais do que na hora de as pessoas refletirem sobre isso. O amor não deve ter nada a ver com a vida sexual do parceiro. Ama-se por outros motivos que estão alheios a isso”.
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
sexta-feira, 15 de julho de 2011
HOJE DIA INTERNACIONAL DOS HOMENS
Hoje é o dia internacional dos Homens...
Aproveito esse espaço para oferecer a todos vocês Homens "jovens" e "maduros", uma homenagem com essa mensagem de Zélia Gatai.
Espero concientizar os Homens jovens a se tornarem lindos Homens maduros e aos Homens maduros a minha admiração.
Há uma indisfarçável e sedutora beleza na personalidade de muitos Homens que hoje estão na idade madura.
É claro que toda regra tem as suas exceções,
e cada idade tem o seu próprio valor.
Porém, com toda a consideração e respeito
às demais idades,
destacarei aqui uma classe de Homens
que são companhias agradabilíssimas:
Os que hoje são quarentões,
cinquentões e sessentões.
Percebe-se com uma certa facilidade,
a sensibilidade de seus corações, a devoção que
eles tem pelo que há de mais belo:
O SENTIMENTO.
Eles são mais inteligentes, vividos, charmosos,
eloqüentes.
Sabem o que falam, e sabem falar na hora certa.
São cativantes, sabem fazer-se presentes,
sem incomodar.
Sabem conquistar uma boa amizade.
Em termos de relacionamentos,
trocam a quantidade pela qualidade,
visão aguçada sobre os valores da vida,
sabem tratar uma mulher com respeito e carinho.
São Homens especiais, românticos, interessantes
e atraentes pelo que possuem na sua forma de ser,
de pensar, e de viver.
Na forma de encarar a vida, são mais poéticos,
mais sentimentais, mais emocionais
e mais emocionantes.
Homens mais amadurecidos têm maior desenvoltura no trato com as mulheres,
sabem reconhecer as suas qualidades,
são mais espirituosos, discretos,
compreensivos e mais educados.
A razão pela qual muitos Homens maduros possuem estas qualidades maravilhosas
deve-se a vários fatores:
a opção de ser e de viver de cada um,
suas personalidades, formação própria e familiar,
suas raízes, sabedoria, gostos individuais, etc...
Mas eu creio que em parte, há uma boa parcela de
influência nos modos de viver de uma época, filmes
e músicas ouvidas e curtidas deixaram boas recordações da sua juventude,
um tempo não tão remoto,
mas que com certeza, não volta mais.
Viveram a sua mocidade (época que marca a vida de todos nós)
em um dos melhores períodos do nosso tempo:
Os anos 60/70.
Considerados as "décadas de ouro" da juventude,
quando o romantismo foi vivido e cantado
em verso e prosa.
A saudável influência de uma época,
provocada por tantos acontecimentos importantes, que hoje permanecem na memória,
e que mudaram a vida de muitos.
Uma época em que o melhor da festa era
dançar agarradinho e namorar ao ritmo suave
das baladas românticas.
O luar era inspirador,
os domingos de sol eram só alegrias.
Ouviam Beatles, Johnny Mathis, Roberto Carlos,
Antônio Marcos, The Fevers, Golden Boys,
Bossa Nova, Morris Albert, Jovem guarda
e muitos outros que embalaram suas
"Jovens tardes de domingo, quantas alegrias!
Velhos tempos, belos dias."
Foram e ainda são os Homens que mais souberam namorar:Namoro no portão, aperto de mão,
abraços apertadinhos,
com respeito e com carinho,
olhos nos olhos tinham mais valor...
A moda era amar ou sofrer de amor.
Muitos viveram de amor...
Outros morreram de amor...
Estes Homens maduros de hoje,
nunca foram Homens de "ficar".
Ou eles estavam a namorar pela certa,
ou estavam na "fossa", ou estavam sozinhos.
Se eles "ficassem", ficariam para sempre...
ao trocar alianças com suas amadas.
Junto com Benito de Paula, eles cantaram a
"Mulher Brasileira, em primeiro lugar!"
A paixão pelo nosso país, era evidente quando cantavam:
As praias do Brasil, ensolaradas,
no céu do meu Brasil, mais esplendor...
A mão de Deus, abençoou,
Mulher que nasce aqui, tem muito mais Amor...
Eu te amo, meu Brasil, Eu te amo...
Ninguém segura a juventude do Brasil..."
A juventude passou, mas deixou "gravado" neles,
a forma mais sublime e romântica de viver.
quando cantavam:
Hoje eles possuem uma "bagagem" de conhecimentos,
experiências, maturidade e inteligência
que foram acumulando com o passar dos anos.
O tempo se encarregou de distingui-los dos demais:
Deixando os seus cabelos cor-de-prata,
os movimentos mais suaves, a voz pausada,
porém mais sonora, hoje eles são
Homens que marcaram uma época.
Eu tenho a felicidade de ter alguns deles
como amigos virtuais,
mesmo não os vendo pessoalmente,
percebo estas características.
Muitos deles hoje "dominam" com habilidade e destreza essas máquinas virtuais,
comprovando que nem o avanço
da tecnologia lhes esfriou os sentimentos
pois ainda se encantam com versos, rimas,
músicas e palavras de amor.
Nem lhes diminuiu a grande capacidade de amar,
sentir e expressar seus sentimentos.
Muitos tornaram-se poetas, outros amam a poesia.
Por que o mais importante não é a idade denunciada nos detalhes de suas fisionomias
e sim os raros valores de suas personalidades.
O importante é perceber que os seus
corações permanecem jovens...
São Homens maduros, e que nós,
mulheres de hoje, temos o privilégio de
PODER ADMIRÁ-LOS !
Beijos !
Aproveito esse espaço para oferecer a todos vocês Homens "jovens" e "maduros", uma homenagem com essa mensagem de Zélia Gatai.
Espero concientizar os Homens jovens a se tornarem lindos Homens maduros e aos Homens maduros a minha admiração.
Há uma indisfarçável e sedutora beleza na personalidade de muitos Homens que hoje estão na idade madura.
É claro que toda regra tem as suas exceções,
e cada idade tem o seu próprio valor.
Porém, com toda a consideração e respeito
às demais idades,
destacarei aqui uma classe de Homens
que são companhias agradabilíssimas:
Os que hoje são quarentões,
cinquentões e sessentões.
Percebe-se com uma certa facilidade,
a sensibilidade de seus corações, a devoção que
eles tem pelo que há de mais belo:
O SENTIMENTO.
Eles são mais inteligentes, vividos, charmosos,
eloqüentes.
Sabem o que falam, e sabem falar na hora certa.
São cativantes, sabem fazer-se presentes,
sem incomodar.
Sabem conquistar uma boa amizade.
Em termos de relacionamentos,
trocam a quantidade pela qualidade,
visão aguçada sobre os valores da vida,
sabem tratar uma mulher com respeito e carinho.
São Homens especiais, românticos, interessantes
e atraentes pelo que possuem na sua forma de ser,
de pensar, e de viver.
Na forma de encarar a vida, são mais poéticos,
mais sentimentais, mais emocionais
e mais emocionantes.
Homens mais amadurecidos têm maior desenvoltura no trato com as mulheres,
sabem reconhecer as suas qualidades,
são mais espirituosos, discretos,
compreensivos e mais educados.
A razão pela qual muitos Homens maduros possuem estas qualidades maravilhosas
deve-se a vários fatores:
a opção de ser e de viver de cada um,
suas personalidades, formação própria e familiar,
suas raízes, sabedoria, gostos individuais, etc...
Mas eu creio que em parte, há uma boa parcela de
influência nos modos de viver de uma época, filmes
e músicas ouvidas e curtidas deixaram boas recordações da sua juventude,
um tempo não tão remoto,
mas que com certeza, não volta mais.
Viveram a sua mocidade (época que marca a vida de todos nós)
em um dos melhores períodos do nosso tempo:
Os anos 60/70.
Considerados as "décadas de ouro" da juventude,
quando o romantismo foi vivido e cantado
em verso e prosa.
A saudável influência de uma época,
provocada por tantos acontecimentos importantes, que hoje permanecem na memória,
e que mudaram a vida de muitos.
Uma época em que o melhor da festa era
dançar agarradinho e namorar ao ritmo suave
das baladas românticas.
O luar era inspirador,
os domingos de sol eram só alegrias.
Ouviam Beatles, Johnny Mathis, Roberto Carlos,
Antônio Marcos, The Fevers, Golden Boys,
Bossa Nova, Morris Albert, Jovem guarda
e muitos outros que embalaram suas
"Jovens tardes de domingo, quantas alegrias!
Velhos tempos, belos dias."
Foram e ainda são os Homens que mais souberam namorar:Namoro no portão, aperto de mão,
abraços apertadinhos,
com respeito e com carinho,
olhos nos olhos tinham mais valor...
A moda era amar ou sofrer de amor.
Muitos viveram de amor...
Outros morreram de amor...
Estes Homens maduros de hoje,
nunca foram Homens de "ficar".
Ou eles estavam a namorar pela certa,
ou estavam na "fossa", ou estavam sozinhos.
Se eles "ficassem", ficariam para sempre...
ao trocar alianças com suas amadas.
Junto com Benito de Paula, eles cantaram a
"Mulher Brasileira, em primeiro lugar!"
A paixão pelo nosso país, era evidente quando cantavam:
As praias do Brasil, ensolaradas,
no céu do meu Brasil, mais esplendor...
A mão de Deus, abençoou,
Mulher que nasce aqui, tem muito mais Amor...
Eu te amo, meu Brasil, Eu te amo...
Ninguém segura a juventude do Brasil..."
A juventude passou, mas deixou "gravado" neles,
a forma mais sublime e romântica de viver.
quando cantavam:
Hoje eles possuem uma "bagagem" de conhecimentos,
experiências, maturidade e inteligência
que foram acumulando com o passar dos anos.
O tempo se encarregou de distingui-los dos demais:
Deixando os seus cabelos cor-de-prata,
os movimentos mais suaves, a voz pausada,
porém mais sonora, hoje eles são
Homens que marcaram uma época.
Eu tenho a felicidade de ter alguns deles
como amigos virtuais,
mesmo não os vendo pessoalmente,
percebo estas características.
Muitos deles hoje "dominam" com habilidade e destreza essas máquinas virtuais,
comprovando que nem o avanço
da tecnologia lhes esfriou os sentimentos
pois ainda se encantam com versos, rimas,
músicas e palavras de amor.
Nem lhes diminuiu a grande capacidade de amar,
sentir e expressar seus sentimentos.
Muitos tornaram-se poetas, outros amam a poesia.
Por que o mais importante não é a idade denunciada nos detalhes de suas fisionomias
e sim os raros valores de suas personalidades.
O importante é perceber que os seus
corações permanecem jovens...
São Homens maduros, e que nós,
mulheres de hoje, temos o privilégio de
PODER ADMIRÁ-LOS !
Beijos !
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
segunda-feira, 11 de julho de 2011
URGÊNCIA DE VIVER
A matemática da vida
é simples.
Cada soma é também uma subtração.
Quando somamos mais um ano àqueles que já vivemos,
subtraímos um ano daqueles
que nos restam para viver,
e aí,percebemos que o tempo voa e a vida passa.
Nesse momento,
sentimos urgência de viver.
Mas a verdade é que esperamos demais
para fazer o que precisa ser feito,
num mundo que só nos dá um dia de cada vez,
sem nenhuma garantia do amanhã.
Enquanto lamentamos que a vida é curta,
agimos como se tivéssemos a nossa disposição
um estoque inesgotável de tempo.
Esperamos demais para dizer palavras
de perdão que devem ser ditas,
para pôr de lado os rancores
que devem ser expulsos,
para dar ânimo...
para oferecer consolo.
Esperamos demais
para sermos generosos,
deixando que a demora
diminua a alegria
de doar espontaneidade.
Esperamos demais para irmos atrás da nossa felicidade,
de dizermos -TE AMO-
sem medo de fazer loucuras e sem ter vergonha.
Esperamos demais
nos bastidores,
quando a vida tem um papel
para desempenharmos no palco.
Deus também está esperando...
Esperando pararmos de esperar.
Esperando começarmos a fazer
agora aquilo
para o qual este dia
e esta vida nos foram dados!!!
.É hora de viver!!!
é simples.
Cada soma é também uma subtração.
Quando somamos mais um ano àqueles que já vivemos,
subtraímos um ano daqueles
que nos restam para viver,
e aí,percebemos que o tempo voa e a vida passa.
Nesse momento,
sentimos urgência de viver.
Mas a verdade é que esperamos demais
para fazer o que precisa ser feito,
num mundo que só nos dá um dia de cada vez,
sem nenhuma garantia do amanhã.
Enquanto lamentamos que a vida é curta,
agimos como se tivéssemos a nossa disposição
um estoque inesgotável de tempo.
Esperamos demais para dizer palavras
de perdão que devem ser ditas,
para pôr de lado os rancores
que devem ser expulsos,
para dar ânimo...
para oferecer consolo.
Esperamos demais
para sermos generosos,
deixando que a demora
diminua a alegria
de doar espontaneidade.
Esperamos demais para irmos atrás da nossa felicidade,
de dizermos -TE AMO-
sem medo de fazer loucuras e sem ter vergonha.
Esperamos demais
nos bastidores,
quando a vida tem um papel
para desempenharmos no palco.
Deus também está esperando...
Esperando pararmos de esperar.
Esperando começarmos a fazer
agora aquilo
para o qual este dia
e esta vida nos foram dados!!!
.É hora de viver!!!
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
quinta-feira, 7 de julho de 2011
PERCEBA A VIDA...AGORA
Perceba a vida!
Sinta-a presente em todo o seu corpo
e tome conhecimento denso e profundo dela
com essa fantástica experiência
que está à sua frente agora...
Nada é mais importante
que viver o momento presente intensamente,
porque essa é a verdadeira vida.
Busque a felicidade!
Como já dizia um poeta, talvez no século XIX:
"Felicidade, árvore frondosa de dourados pomos.
Existe, sim, mas nós nunca a encontramos
porque ela está sempre apenas onde nós a pomos,
e nunca a pomos onde nós estamos"
Então coloque a felicidade
ao seu alcance e a saboreie
na mais esplêndida conquista,
a maior de toda a nossa vida.
Dê-se conta desse privilégio
e o use ao máximo.
Não deixe nada para depois
Não fique nunca
à espera de momentos célebres,
porque célebre é o momento!
O momento é sagrado
e constitui a única maneira de se viver intensamente.
O passado é algo que não mais existe
já se foi.
Serve apenas como referência.
Da mesma maneira,
o futuro também não existe,
pois quando ele passar pelo presente
você estará ausente pensando no futuro.
Muitas pessoas realmente não vivem,
porque estão ausentes da vida
que passa encantada à sua frente.
O presente é uma dádiva de Deus.
É o momento que espera ser vivido.
Por isso não pense, faça!
Por isso não pense, viva!
Por isso não pense, curta!
(Do livro* a semente da vitória.Nuno Cobra)
Sinta-a presente em todo o seu corpo
e tome conhecimento denso e profundo dela
com essa fantástica experiência
que está à sua frente agora...
Nada é mais importante
que viver o momento presente intensamente,
porque essa é a verdadeira vida.
Busque a felicidade!
Como já dizia um poeta, talvez no século XIX:
"Felicidade, árvore frondosa de dourados pomos.
Existe, sim, mas nós nunca a encontramos
porque ela está sempre apenas onde nós a pomos,
e nunca a pomos onde nós estamos"
Então coloque a felicidade
ao seu alcance e a saboreie
na mais esplêndida conquista,
a maior de toda a nossa vida.
Dê-se conta desse privilégio
e o use ao máximo.
Não deixe nada para depois
Não fique nunca
à espera de momentos célebres,
porque célebre é o momento!
O momento é sagrado
e constitui a única maneira de se viver intensamente.
O passado é algo que não mais existe
já se foi.
Serve apenas como referência.
Da mesma maneira,
o futuro também não existe,
pois quando ele passar pelo presente
você estará ausente pensando no futuro.
Muitas pessoas realmente não vivem,
porque estão ausentes da vida
que passa encantada à sua frente.
O presente é uma dádiva de Deus.
É o momento que espera ser vivido.
Por isso não pense, faça!
Por isso não pense, viva!
Por isso não pense, curta!
(Do livro* a semente da vitória.Nuno Cobra)
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
segunda-feira, 4 de julho de 2011
AO MEU "AMIGO DO CORAÇÃO"
Tudo começou em uma tarde de verão......
Ao iniciar meu computador recebo um pedido de amizade.Por um instante eu hesitei em aceitar,mas a intuição falou mais alto,e eu teclei "sim" ou melhor "ok".Naquele momento nascia ou renascia essa nossa linda amizade.Amizade essa,que dura até hoje e desejo que seja pra sempre.Temos uma grande afinidade.Pensamos parecido,nos compreendemos,sem ocupar o lugar do outro.Eu o admiro,respeito,confio e me orgulho de ser sua amiga.Temos uma maravilhosa cumplicidade.Sempre me escutando com todo carinho.Você é um amigo incrivelmente doce,que chegou devagarzinho,com um jeitinho todo especial de ser.Me fez voltar a olhar a vida de uma forma diferente,que eu jamais acreditava ser possível.Me fala verdades com toda sinceridade, transparência e sabedoria.Você é um amigo que o tempo não apaga e nem com a distância se esquece.Alguém que a gente sente presente,mesmo quando está longe.Um dia li,não sei aonde,essas palavras sobre amigo:"Amigo é um sentimento que vem de longe,e ganha um lugar no seu coração,e você não substitui por nada.Ser amigo não é coisa de um dia,são atos e palavras que solidificam no tempo e não se apagam mais,e que fica para sempre como tudo que é feito de coração".Hoje,você faz parte da minha vida.
Você é um amigo que eu já gostava e nem sabia que existia.
Te amo amigo!
Beijos em seu coração!
Angela Brasileiro.
Ao iniciar meu computador recebo um pedido de amizade.Por um instante eu hesitei em aceitar,mas a intuição falou mais alto,e eu teclei "sim" ou melhor "ok".Naquele momento nascia ou renascia essa nossa linda amizade.Amizade essa,que dura até hoje e desejo que seja pra sempre.Temos uma grande afinidade.Pensamos parecido,nos compreendemos,sem ocupar o lugar do outro.Eu o admiro,respeito,confio e me orgulho de ser sua amiga.Temos uma maravilhosa cumplicidade.Sempre me escutando com todo carinho.Você é um amigo incrivelmente doce,que chegou devagarzinho,com um jeitinho todo especial de ser.Me fez voltar a olhar a vida de uma forma diferente,que eu jamais acreditava ser possível.Me fala verdades com toda sinceridade, transparência e sabedoria.Você é um amigo que o tempo não apaga e nem com a distância se esquece.Alguém que a gente sente presente,mesmo quando está longe.Um dia li,não sei aonde,essas palavras sobre amigo:"Amigo é um sentimento que vem de longe,e ganha um lugar no seu coração,e você não substitui por nada.Ser amigo não é coisa de um dia,são atos e palavras que solidificam no tempo e não se apagam mais,e que fica para sempre como tudo que é feito de coração".Hoje,você faz parte da minha vida.
Você é um amigo que eu já gostava e nem sabia que existia.
Te amo amigo!
Beijos em seu coração!
Angela Brasileiro.
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
sexta-feira, 1 de julho de 2011
AS FRONTEIRAS DO CIÚME
Quem nunca sofreu por um grande amor? Quem não sentiu ciúmes da família e dos amigos? Do cachorro que o namorado leva para passear, do passado que este indivíduo viveu, das “exs”e de tudo mais que fez parte da estória do outro antes de você chegar...
No amor, a posse se encaixa bem no tamanho da insegurança de cada um e este sentimento transforma até o ser humano mais altruísta do mundo em um ser ciumento.
Cantado em verso e prosa, o ciúme sempre foi uma fonte de sofrimento e, dependendo da intensidade da paixão, ou de sua insanidade, dói ou mata. Existe uma linha muito tênue entre a saúde e a doença quando se fala de ciúme, denunciando os amantes que podem construir relacionamentos saudáveis e os que transformam o relacionamento no espelho de suas doenças emocionais.
O Ciúme Patológico ou obsessivo transforma homens e mulheres em reféns de parceiros e este sequestro “autorizado” pode levar anos para que a vítima se liberte, não sem as sequelas próprias dos atos vis e humilhações que este “cativeiro”é capaz de provocar. Neste tipo de ciúme, qualquer dúvida, qualquer atraso, olhar vago ou atitude que o obsessivo julgue inadequada para o momento ou ocasião pode se transformar em denúncia de fatos, certezas de flagrantes prontos para mostrar uma traição.
Neste tipo de ciúme, a fantasia e a realidade se confundem, assumindo proporções absurdas e bizarras, muitas vezes, criando rituais malucos e inadequados. Existem várias doenças psiquiátricas que têm no ciúme obsessivo um dos seus principais sintomas como, por exemplo, o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e os Transtornos de Personalidade. Enquanto o ciúme normal é um sentimento passageiro, que dá lugar à tranquilidade e satisfação à medida que o amante se sente mais seguro com relação aos sentimentos do outro, no Ciúme Mórbido ou Patológico vários sentimentos perturbadores se revezam tecendo uma rede dor e sofrimento.
Ansiedade, depressão, raiva, vergonha, humilhação, culpa, aumento do desejo sexual e de vingança são alguns dos sentimentos que norteiam as atitudes destas pessoas.
Como neste tipo de ciúme as consequências são camufladas ou omitidas pelas vítimas - um bom exemplo são as agressões físicas - é muito difícil traçar uma estatística correta que nos mostre quantas pessoas são vitimadas ou quantos homicídios ocorrem tendo o ciúme como pano de fundo.
Amar é um verbo com muitas conjugações e querer transformar o ser amado em boneco ou marionete, cujo único prazer é prestar serviço ao amor louco e doentio, é a pior de todas as suas formas.
Quem sente ciúme desta forma normalmente está deprimido, inseguro, tem baixa autoestima, não se sente capaz de merecer um grande amor e precisa de ajuda médica e psicoterápica. Não é possível se livrar deste tipo de comprometimento sozinho ou simplesmente com a ajuda do parceiro, pois não é o relacionamento que o deixa doente, mas a sua estrutura emocional que se encontra comprometida e o relacionamento somente ilustra e denuncia isso.
Muitas pessoas sofrem desta maneira e acham que os excessos fazem parte do amor verdadeiro. Com certeza, alguns excessos são permitidos quando se fala de amor, mas, na maioria dos casos, esses excessos mostram muito mais um descontrole ou doença do que um grande amor.
*Silvana Martani é psicóloga
No amor, a posse se encaixa bem no tamanho da insegurança de cada um e este sentimento transforma até o ser humano mais altruísta do mundo em um ser ciumento.
Cantado em verso e prosa, o ciúme sempre foi uma fonte de sofrimento e, dependendo da intensidade da paixão, ou de sua insanidade, dói ou mata. Existe uma linha muito tênue entre a saúde e a doença quando se fala de ciúme, denunciando os amantes que podem construir relacionamentos saudáveis e os que transformam o relacionamento no espelho de suas doenças emocionais.
O Ciúme Patológico ou obsessivo transforma homens e mulheres em reféns de parceiros e este sequestro “autorizado” pode levar anos para que a vítima se liberte, não sem as sequelas próprias dos atos vis e humilhações que este “cativeiro”é capaz de provocar. Neste tipo de ciúme, qualquer dúvida, qualquer atraso, olhar vago ou atitude que o obsessivo julgue inadequada para o momento ou ocasião pode se transformar em denúncia de fatos, certezas de flagrantes prontos para mostrar uma traição.
Neste tipo de ciúme, a fantasia e a realidade se confundem, assumindo proporções absurdas e bizarras, muitas vezes, criando rituais malucos e inadequados. Existem várias doenças psiquiátricas que têm no ciúme obsessivo um dos seus principais sintomas como, por exemplo, o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e os Transtornos de Personalidade. Enquanto o ciúme normal é um sentimento passageiro, que dá lugar à tranquilidade e satisfação à medida que o amante se sente mais seguro com relação aos sentimentos do outro, no Ciúme Mórbido ou Patológico vários sentimentos perturbadores se revezam tecendo uma rede dor e sofrimento.
Ansiedade, depressão, raiva, vergonha, humilhação, culpa, aumento do desejo sexual e de vingança são alguns dos sentimentos que norteiam as atitudes destas pessoas.
Como neste tipo de ciúme as consequências são camufladas ou omitidas pelas vítimas - um bom exemplo são as agressões físicas - é muito difícil traçar uma estatística correta que nos mostre quantas pessoas são vitimadas ou quantos homicídios ocorrem tendo o ciúme como pano de fundo.
Amar é um verbo com muitas conjugações e querer transformar o ser amado em boneco ou marionete, cujo único prazer é prestar serviço ao amor louco e doentio, é a pior de todas as suas formas.
Quem sente ciúme desta forma normalmente está deprimido, inseguro, tem baixa autoestima, não se sente capaz de merecer um grande amor e precisa de ajuda médica e psicoterápica. Não é possível se livrar deste tipo de comprometimento sozinho ou simplesmente com a ajuda do parceiro, pois não é o relacionamento que o deixa doente, mas a sua estrutura emocional que se encontra comprometida e o relacionamento somente ilustra e denuncia isso.
Muitas pessoas sofrem desta maneira e acham que os excessos fazem parte do amor verdadeiro. Com certeza, alguns excessos são permitidos quando se fala de amor, mas, na maioria dos casos, esses excessos mostram muito mais um descontrole ou doença do que um grande amor.
*Silvana Martani é psicóloga
SOU UMA MULHER QUE AMA TUDO QUE FAZ..ADORO OUVIR AS PESSOAS POIS APRENDO MUITO COM ELAS...AMO DE PAIXÃO A VIDA.."COMO É BOM VIVER"
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